“A CLASSE TRABALHADORA É MAJORITARIAMENTE NEGRA”: O PCB E A QUESTÃO RACIAL (2009-2021)
Investiga como o PCB tratou a questão racial entre 2009 e 2021, relacionando resoluções partidárias, estratégia socialista e disputas internas.
Conheça as pesquisas desenvolvidas pelo Laboratório de História e Memória da Luta de Classes
Investiga como o PCB tratou a questão racial entre 2009 e 2021, relacionando resoluções partidárias, estratégia socialista e disputas internas.
Analisa a atuação da USIA/USIS em Salvador e na Bahia, destacando diplomacia cultural, circulação de ideias, mediação de intelectuais e vínculos com a política externa dos EUA.
Investiga memórias e disputas sobre a ditadura civil-militar em Ilhéus e Itabuna, questionando a ideia de passividade regional e ausência de repressão ou resistência.
Examina a atuação da USAID na Bahia entre 1961 e 1985, relacionando cooperação internacional, Guerra Fria, ditadura e interesses político-ideológicos dos EUA.
Analisa como imprensa, partidos, Igreja e intelectuais do sul da Bahia receberam e legitimaram o golpe de 1964, com foco no jornal Diário da Tarde.
Investiga o monitoramento e a influência da USIS sobre a imprensa baiana entre 1955 e 1976, especialmente nos jornais A Tarde e Jornal da Bahia.
Estuda a formação da CHESF e o aproveitamento de Paulo Afonso, articulando interesses brasileiros e estadunidenses, desenvolvimento regional e modelo TVA.
Investiga as primeiras traduções e recepções dos Cadernos do Cárcere de Gramsci no Atlântico, analisando escolhas editoriais, circulação e efeitos políticos.
Analisa Jorge Amado como intelectual mediador e anti-imperialista entre 1948 e 1953, no contexto da Guerra Fria e da ilegalidade do PCB.
Compara estratégias revolucionárias de organizações e intelectuais marxistas sul-americanos entre 1955 e 1973, destacando críticas aos partidos comunistas tradicionais.